segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Minha covardia

Preciso admitir
Minha covardia
Não consigo exigir
O que deveria.
O medo de te perder
Deixa-me, aqui, acuado
É tanto o meu querer
Vivo apaixonado.
Comigo é só amor
Um fantasma me persegue
Infinita é a minha dor
Se te imagino a fazer sexo.
Penso coisas sem nexo
Sinto inveja e ciúme
Sou um mero covarde
De dor o meu peito arde.


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