Confio demais
E sigo às
cegas
Chego a ser
piegas
De tanto te
amar.
Mas quando o
vaso quebra
O baque é como
pedra
A me esmagar.
Hoje assim me
sinto
Em um
labirinto:
Só sei te
amar.
O desgosto me
ensina
A descer da
crina
E parar de
sonhar.
Viva o que é
real
Esqueça a
fantasia
O que foi
sonho um dia
Será o meu
mal.
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