sábado, 6 de junho de 2015

Morada

Moras dentro do meu corpo
Como algo assim, meio roto
Habitas na minha mente
De modo quase indolente.
O teu corpo é minha morada
Para mim não tem mais segredo
Vivo para ti minha amada
Entrego-me inteiro, sem medo.
Cada milímetro do meu corpo é teu
Nenhum dos dois se esqueceu
De todos os momentos vividos
Inclusive os mais sofridos.
Por isso moramos um no outro
Sem os limites do corpo
Um amor quase demente
Não tem limites nem na mente.


Nenhum comentário:

Postar um comentário