sábado, 24 de maio de 2025

Exílio

Um exílio sem fronteiras:

O hábito da indiferença.

Sou estrangeiro no próprio ofício,

exilado em minha função:

Tratado como um cão.

De rua,

Abandonado

Tragado

Pela indiferença.


E, ironicamente,

o crachá diz “servidor”.

Mas quem me serve?

Quem me cuida?.

Prefiro o exílio.


Poema do dia 23/05/2025


Siga-me no Instagram: gilson_v_m 

Nenhum comentário:

Postar um comentário